Veículo passa
O carro passa sob o pórtico em velocidade normal, sem precisar parar ou reduzir.
O guia definitivo do Pedágio Free Flow no Brasil.
Informação clara, ferramentas gratuitas e orientação confiável para entender o novo sistema de pedágio sem cancelas — sem cadastro, sem coleta de dados sensíveis, sempre ao seu lado.
Um sistema moderno de cobrança de pedágio sem cancelas, onde o veículo passa normalmente pelo pórtico e a tarifa é registrada automaticamente por sensores e câmeras de alta precisão.
O carro passa sob o pórtico em velocidade normal, sem precisar parar ou reduzir.
Câmeras e antenas identificam a placa ou a tag de pagamento automático.
Sistema calcula o valor conforme o trecho percorrido e a categoria do veículo.
Motorista sem tag tem até 30 dias corridos para pagar pelos canais oficiais.
O Free Flow, também conhecido como pedágio de fluxo livre ou pedágio sem cancela, é um modelo de cobrança que começou a ser implementado nas rodovias brasileiras a partir de 2021, após regulamentação pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Diferentemente do pedágio tradicional, onde o motorista precisa parar em uma praça de pedágio para efetuar o pagamento, no Free Flow os veículos seguem pela via em velocidade normal, passando por baixo de pórticos equipados com sensores, antenas RFID e câmeras de leitura automática de placas (LPR/OCR).
Esse sistema moderniza a infraestrutura rodoviária brasileira, seguindo modelos já consolidados em países como Austrália, Chile, Portugal, Espanha e Estados Unidos. A principal vantagem para o motorista é a eliminação de filas e a redução do tempo de viagem, além de maior conforto, menor consumo de combustível e redução na emissão de poluentes associada às paradas e retomadas em pedágios tradicionais.
Para que o sistema funcione, as concessionárias autorizadas pela ANTT ou agências estaduais instalam pórticos em pontos estratégicos das rodovias. A cada passagem, o veículo é identificado — seja pela tag de pagamento automático (como Sem Parar, ConectCar, Veloe, Move Mais, entre outras), seja pela leitura da placa. Caso o motorista possua tag cadastrada, o débito ocorre automaticamente. Caso contrário, a concessionária disponibiliza o boleto ou os canais de pagamento para que o condutor quite o valor dentro do prazo legal, geralmente de até 30 dias corridos a partir da passagem.
Este site foi criado justamente para ajudar o motorista brasileiro a entender, consultar e organizar o pagamento de pedágios Free Flow, oferecendo ferramentas gratuitas que nunca coletam dados bancários, CPF ou senhas. Reforçamos: o pagamento deve ser feito sempre nos canais oficiais das concessionárias, e nosso papel é exclusivamente informativo e educacional.
Escolha uma ferramenta abaixo e use livremente — sem cadastro, sem login, sem coleta de dados sensíveis. Tudo funciona direto no seu navegador.
Não coletamos CPF, dados bancários, senhas ou qualquer informação sensível. Todas as ferramentas funcionam localmente no seu navegador.
Informe a data em que você passou pelo pórtico Free Flow e descubra quantos dias restam do prazo legal de 30 dias.
Selecione um estado e veja as rodovias brasileiras que já operam com Free Flow, com links para consulta oficial.
Digite uma palavra-chave e encontre a resposta certa em nossa base de perguntas.
Panorama das principais rodovias brasileiras que já operam ou implementaram o sistema Free Flow, conforme dados públicos divulgados pela ANTT e concessionárias.
Uma das primeiras rodovias brasileiras a operar com sistema Free Flow, gerenciada por concessionária autorizada.
Trecho da BR-101 com pórticos Free Flow em áreas estratégicas, operado por concessionária federal autorizada pela ANTT.
Importante via de ligação entre SP e MG com pórticos Free Flow em implementação por concessionária federal.
Sistema Free Flow integrado ao novo modelo de concessões rodoviárias do estado do Paraná.
Trecho sul da BR-101 em Santa Catarina com implementação do sistema Free Flow em pontos estratégicos.
Concessionária rodoviária do ES adota sistema Free Flow em trechos estratégicos da malha estadual.
Importante: A lista acima é ilustrativa e pode não refletir o status mais atual de cada rodovia. Sempre consulte a ANTT ou a concessionária responsável para informações oficiais atualizadas.
O pagamento deve ser feito exclusivamente pelos canais oficiais da concessionária responsável pela rodovia. Veja o caminho geral.
Observe placas na rodovia ou consulte nossa ferramenta gratuita para identificar qual concessionária opera o trecho em que você passou.
Entre no site oficial da concessionária. Desconfie de links suspeitos ou cobranças por SMS, WhatsApp ou e-mails genéricos.
No canal oficial, informe a placa para consultar as passagens registradas. Nenhum dado bancário é exigido nessa etapa inicial.
As concessionárias costumam oferecer PIX, cartão de crédito/débito e boleto. Opte pelo método de sua preferência, sempre dentro do site oficial.
O prazo padrão regulamentado é de até 30 dias corridos para quitar sem multa. Após esse prazo, podem incidir encargos adicionais.
Sempre armazene o comprovante de pagamento por pelo menos 5 anos, caso precise contestar cobranças ou multas futuras.
Respostas claras e objetivas para as principais dúvidas sobre o sistema Free Flow no Brasil.
Se o pagamento não for realizado dentro do prazo regulamentar (geralmente 30 dias corridos), a concessionária poderá aplicar multa administrativa conforme regulamentação da ANTT ou da agência estadual competente. Em casos de inadimplência persistente, o veículo pode ser incluído em restrições junto ao DETRAN do estado em que está registrado, o que pode inviabilizar o licenciamento anual.
O prazo padrão regulamentado atualmente é de até 30 dias corridos contados a partir da data da passagem pelo pórtico Free Flow. Esse prazo pode variar conforme a concessionária e o regulamento específico, por isso recomendamos sempre consultar o canal oficial da operadora da rodovia em que você passou.
Não. Ter tag (Sem Parar, ConectCar, Veloe, Move Mais etc.) é opcional e torna o processo mais prático porque o débito é automático. Caso você não tenha tag, o sistema identifica a placa do veículo por câmeras e o pagamento pode ser feito manualmente nos canais oficiais da concessionária dentro do prazo regulamentado.
A contestação deve ser feita diretamente junto à concessionária responsável pelo trecho, por meio dos canais oficiais de atendimento (SAC, ouvidoria, e-mail ou formulário no site). Em caso de não resolução, o motorista pode acionar a ANTT (no caso de rodovias federais), o Procon do seu estado ou a agência reguladora estadual. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) garante o direito à informação clara e à contestação.
As concessionárias autorizadas são obrigadas por lei a seguir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Elas devem armazenar e tratar as informações capturadas pelos pórticos (placa, data, horário, imagem) com segurança e finalidade específica. Atenção: é comum surgirem golpes por SMS, WhatsApp ou e-mail falsos solicitando pagamentos. Sempre acesse o site oficial da concessionária digitando o endereço manualmente no navegador.
O valor da tarifa é calculado automaticamente pela concessionária conforme o trecho percorrido e a categoria do veículo (carro de passeio, caminhão, ônibus etc.). Você pode consultar o valor devido no site oficial da concessionária informando apenas a placa do veículo — não é necessário fornecer CPF, senhas ou dados bancários nessa consulta.
Sim, em geral é possível. As concessionárias costumam emitir um boleto bancário com código de barras que pode ser quitado em bancos, casas lotéricas, aplicativos bancários, PIX e cartões. Verifique os canais disponíveis no site oficial da concessionária específica do trecho em que você passou.
Desconfie sempre. Golpes envolvendo falsas cobranças de pedágio Free Flow por SMS, WhatsApp e e-mail são comuns. Nunca clique em links suspeitos. Se quiser verificar se realmente existe uma cobrança pendente, acesse manualmente o site oficial da concessionária (digitando o endereço no navegador) e consulte pela placa do veículo. Em caso de dúvida, ligue para o SAC da concessionária ou registre boletim de ocorrência.
Depende do seu perfil de uso. Para quem passa com frequência por rodovias pedagiadas, a tag pode oferecer praticidade, descontos promocionais e débito automático. Para quem usa esporadicamente, o pagamento manual pelo site da concessionária pode ser suficiente. A escolha da tag (Sem Parar, ConectCar, Veloe, Move Mais etc.) é pessoal e deve considerar mensalidade, cobertura e benefícios adicionais como estacionamento.
A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) é a agência reguladora federal responsável pela fiscalização das rodovias federais concedidas à iniciativa privada. No Free Flow, a ANTT regulamenta prazos, tarifas, regras de cobrança, contestação e direitos do usuário. Rodovias estaduais são reguladas pelas agências estaduais correspondentes (como ARTESP em SP, AGETRANSP no RJ, DER-MG em MG etc.).
Não. O On Grid Flow é um site 100% gratuito, informativo e educacional. Não cobramos por nenhum serviço, não coletamos CPF, dados bancários, senhas ou qualquer informação sensível. Nossas ferramentas funcionam localmente no seu navegador. O pagamento do pedágio deve ser sempre feito nos canais oficiais das concessionárias — nosso papel é apenas informar e orientar.
A política varia conforme a regulamentação federal ou estadual e a concessionária. Em muitas rodovias pedagiadas tradicionais, motocicletas são isentas por lei federal. No Free Flow, essa regra geralmente é mantida, mas recomendamos consultar a concessionária específica da rodovia para confirmação, pois pode haver variações regionais.
Conheça seus direitos como consumidor e usuário das rodovias, baseados em legislação oficial.
Conforme o Código de Defesa do Consumidor (CDC), você tem direito a receber informações claras, precisas e completas sobre o produto ou serviço contratado, incluindo tarifas, prazos e formas de pagamento.
Caso identifique cobrança indevida, você tem o direito de contestar junto à concessionária, à ANTT, agência estadual reguladora e ao Procon. A concessionária é obrigada a responder dentro de prazos estabelecidos.
A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) garante que seus dados pessoais capturados pelos pórticos sejam tratados com segurança, finalidade específica e transparência pelas concessionárias.
A concessionária que cobra pedágio é obrigada a manter a rodovia em condições de trafegabilidade, sinalização, atendimento mecânico e socorro médico conforme contrato de concessão.
Você tem direito a opções variadas de pagamento: boleto, PIX, cartão de crédito/débito. A concessionária não pode restringir abusivamente o acesso a meios de pagamento razoáveis.
Toda concessionária deve disponibilizar canais acessíveis de atendimento (0800, SAC, ouvidoria, formulário online) para esclarecimentos, reclamações e contestações, com prazos de resposta.
Um projeto independente dedicado a esclarecer o motorista brasileiro sobre o sistema Free Flow.
O On Grid Flow nasceu da constatação de que milhões de motoristas brasileiros ainda têm muitas dúvidas sobre o funcionamento do sistema de pedágio sem cancelas (Free Flow), que vem sendo implementado gradualmente nas rodovias do país. Nosso objetivo é ser uma fonte confiável, clara e acessível de informação.
Somos um projeto informativo e educacional independente, sem vínculo com órgãos governamentais, ANTT ou concessionárias. Acreditamos que informação de qualidade deve ser gratuita e acessível a todos os motoristas — do profissional que roda milhares de quilômetros por mês ao motorista eventual que faz uma viagem de fim de semana.
Nossos princípios fundamentais:
Dúvidas, sugestões ou correções de conteúdo? Escreva-nos. Respondemos em até 72 horas úteis.
Como somos um projeto independente e gratuito, não atendemos questões específicas de cobrança — essas devem ser tratadas diretamente com a concessionária ou com a ANTT. Para dúvidas sobre o conteúdo do site, ficamos à disposição.